6 de fev. de 2015

Setorial Nacional saúda os 35 anos do PT em BH



35 ANOS DO PT:
TRÊS DÉCADAS E MEIA CONSTRUINDO O PRINCIPAL INSTRUMENTO DE INTERVENÇÃO POLÍTICA DA CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA



Saudamos o trigésimo quinto ano de funcionamento ativo e de crescimento dinâmico do Partido dos Trabalhadores, um partido que se impôs com um enorme protagonismo na história de lutas da classe trabalhadora brasileira. Somos referencia para milhões de trabalhadores espalhados pelos cinco continentes do planeta, incluindo a rebelde Grécia que acaba de eleger, para governar o País, um novo partido de esquerda: o SYRIZA, cuja “tecnologia” usada na sua criação teve inspiração no PT, destacando nos seus fundamentos o compromisso com as massas exploradas e com a soberania do país e ampla liberdade de intervenção das tendências internas e unidade na ação partidária.



De fato, ao longo de sua história o PT abriu os olhos da esquerda mundial sobre as imensas possibilidades de crescer politicamente, consolidando seus ideais anticapitalistas, crescendo eleitoralmente, ocupando os espaços na gestão do estado e radicalizando na participação democrática de toda a população. Isso foi possível por meio da síntese das origens do PT: sindicatos combativos, movimento popular e esquerda ideológica, todos esses segmentos com contribuições valiosas, sob o tempero da maior liderança de massas na história do Brasil: o companheiro LULA!!
Como parte dessa inteligência política e da sagacidade social das massas brasileiras, o PT é um dos principais responsáveis pelo crescimento de uma política pública fundamental para a geração de trabalho e renda, do desenvolvimento local e crescimento da consciência de classe da população explorada: a economia solidária.
A criação da SENAES, no primeiro ano do Governo Lula, a criação do Conselho Nacional de Economia Solidária e a realização de três conferencias nacionais de economia solidária foram vitais para o aprofundamento das políticas públicas no setor, para a criação de leis próprias de economia solidária em uma dezena de estados e duas centenas de municípios brasileiros e para a existência de mais de 20 mil empreendimentos de economia solidária espraiados pelo país. Os desafios que temos para o próximo período incluem a implantação do SNCJS, o aperfeiçoamento da legislação sobre as cooperativas, a aprovação da Lei Geral da Economia Solidária (PL 4685/2012), ambos projetos em tramitação no Congresso Nacional, e a equiparação com as facilidades tributárias às micro e pequenas empresas e empreendedores individuais, entre outros destacados nos “13 pontos” da última campanha eleitoral, que reproduzimos ao final.
Para vencer esses desafios, contamos com o ativo apoio da companheira Dilma, Presidente do Brasil, que tem todo o nosso apoio neste processo de consolidação do protagonismo da classe trabalhadora, no curso do quarto mandato presidencial do PT. Esse é o caminho pavimentado nestes últimos 35 anos. Esse é o antídoto contra as forças conservadoras que sonham em impedir o avanço da roda da história.
Festejemos estes 35 anos e aprofundemos o compromisso do PT com as transformações sociais, em todos os níveis: nos nossos governos locais e federal, nos movimentos sociais, sindicais e populares, fortalecendo a nossa militância, as nossas instancias dirigentes e de base, prestigiando o papel dos setoriais como instrumento de vinculação dos partidos com os movimentos e na formulação e execução das políticas públicas transformadoras do estado e da sociedade e emancipadoras da classe trabalhadora.



Setorial Nacional de Economia Solidária – Fevereiro de 2015
13 Pontos para a Economia Solidária avançar como estratégia de desenvolvimento
Para consolidar a Política Nacional de Economia Solidária integrada às estratégias gerais de desenvolvimento sustentável do País e aos investimentos sociais e de fomento ao desenvolvimento é preciso que os 13 Pontos propostos abaixo para o próximo ciclo de gestão, promova a economia solidária na agenda de desenvolvimento do País através do reconhecimento das atividades econômicas autogestionárias, do incentivo aos empreendimentos econômicos solidários em todos os setores econômicos e sociais, da criação de novos grupos e fortalecimento dos já existentes e da integração de empreendimentos e empreendedores em redes e cadeias solidárias de produção, comercialização e consumo de bens e serviços, assegurando assim o direito ao trabalho associado e fortalecendo a transversalidade das políticas públicas da Economia Solidária, em articulação com os diferentes setores e políticas de governo.
Garantir e viabilizar um Programa que amplie social e economicamente as iniciativas dos trabalhadores e trabalhadoras para disputar a organização da produção de bens e de serviços, a distribuição, o consumo e o crédito, tendo por base os princípios da autogestão, da cooperação e da solidariedade. Iniciando assim uma nova etapa da politica da economia solidária voltada para um modelo de desenvolvimento sustentável assegurando o controle social e a transversalidade entre as politicas que integram a economia solidária e economia feminista


1.  Institucionalizar a Política Nacional de Economia Solidária, implantando o SISTEMA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA, com aprovação do PL 4685/2012 e sua regulamentação. Com o objetivo de Constituir o Sistema Nacional de Economia Solidária (SNES), impulsionando as políticas públicas integradas e complementares voltadas ao fortalecimento da economia solidária e possibilitando a articulação com os diferentes órgãos do Governo Federal, dos Governos Estaduais, Distrital e Municipais;
2.  Criar o PROGRAMA CRESCER SOLIDÁRIO, a exemplo do sucesso do Programa Crescer, que garanta o acesso a crédito para Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) priorizando as iniciativas de negócios solidários nas áreas urbanas. Além de constituir o FUNDO NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA (FNAES) permitindo a centralização e o gerenciamento de recursos públicos para os programas estruturados e as ações de financiamento direto dos empreendimentos solidários para atender às necessidades de financiamento de capital de giro, de custeio e para a aquisição de equipamentos e infraestrutura destinados a consecução das atividades econômicas solidárias;
3.  Instituir o PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS SOCIAIS apropriadas ao fortalecimento dos EES em suas diversas atividades econômicas com ênfase na readequação produtiva dos Empreendimentos Econômicos Solidários-EES. Fomentar a tecnologia e inovação voltada para a economia solidária, por meio de relação com centros de pesquisa, os Institutos federais, as universidades com suas incubadoras tecnológicas, com destaque para os projetos de tecnologia social que desenvolvem técnicas e metodologias reaplicáveis;
4.   Garantir o PRONATEC AUTOGESTÃO para o acesso à educação tecnológica profissional para a economia popular e solidária promovendo desse modo políticas de formação e qualificação profissional voltada e adaptada para empreendimentos de economia solidária e ampliação e acesso à todos os níveis dos trabalhadores e trabalhadoras associadas nos empreendimentos solidários.
5.  Instituir o BOLSA FOMENTO ECOSOL, garantindo recursos financeiros de estímulo a atividades de geração de trabalho e renda, especialmente nos territórios urbanos, por meio de sua organização associativa e cooperativa. Com ênfase nos seguimentos de mulheres juventudes, comunidades tradicionais a exemplo de outras iniciativas desenvolvidas no âmbito do Governo Federal.  
6.  Criar a AGÊNCIA NACIONAL DE ASSESSORIA TÉCNICA EM ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA com foco no desenvolvimento dos Empreendimentos econômicos solidários a partir da organização dos seguintes instrumentos: Bases de Serviço Territoriais e Agentes de Desenvolvimento Comunitários para áreas urbanas.
7.  Promover o PROGRAMA NACIONAL DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA SOLIDÁRIA para fomentar a produção, comercialização e consumo solidário e o Comércio Justo e Solidário através de centrais, lojas, centros públicos, feiras populares etc.
8.  Garantir a participação de EES nos PROGRAMAS DE COMPRAS GOVERNAMENTAIS e ampliar a cesta de produtos e serviços adquiridos pelo Poder Público em sistemas de compra direta para atender a economia popular e solidária e criando novos mecanismos que favoreçam o acesso da economia solidária às compras públicas de bens e serviços.
9.  Fortalecer a inclusão socioeconômica de catadoras (es) organizados em associações e cooperativas pela constituição do PROGRAMA NACIONAL DE RECICLAGEM POPULAR E SOLIDÁRIA, garantindo a verticalização da produção e comercialização no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
10.   Fortalecer o PRONACOOP SOCIAL (Decreto Nº 8.163/13) com incentivo ao associativismo e cooperativismo social para garantir a inclusão socioeconômica de pessoas em situação de vulnerabilidade: apenados e egressos do sistema prisional, pessoas com transtorno mental, populações em situação de rua, pessoas com deficiência, usuários de álcool e drogas Incorporando desse modo a Economia Solidária como política estruturante de desenvolvimento social voltada ao público beneficiado pelos programas sociais, promovendo assim sua inclusão produtiva, emancipação econômica e geração de trabalho e renda.
11.   Fortalecer a ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL para o Desenvolvimento Sustentável, apoiando sua dinamização econômica com a constituição de Redes de Cooperação Solidária, Cadeias e Sistemas Produtivos em contextos rurais e urbanos, com ênfase na inclusão socioeconômica de povos e comunidades tradicionais para o etnodesenvolvimento.
12.   Atualizar o MARCO LEGAL COOPERATIVISMO, desburocratizando os processos de formalização das Cooperativas, assegurando liberdade de organização, tratamento tributário diferenciado e garantia de direitos sociais para trabalhadoras e trabalhadores associados. Com destaque para a aprovação da nova Lei Geral do Cooperativismo (tramitando no Congresso Nacional).
13.    Incentivar o INTERCÂMBIO TECNOLÓGICO, COMERCIAL, ECONÔMICO E SOCIAL  dos EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS E O COMÉRCIO JUSTO entre os países membros do MERCOSUL; UNASUL; CELAC e BRICS por meio de uma POLÍTICA ALFANDEGÁRIA E SANITÁRIA AdEquada para produtos oriundos da economia solidária, agricultura familiar, produção artesanal e agroecolócica.

29 de nov. de 2014

O Setorial Nacional de Economia Solidária do PT se reúne durante a III CONAES

Hoje, às 19h, na sede do PT Nacional em Brasília, haverá uma reunião ampliada do Setorial - um Seminário, para discutir e fazer um balanço do " pós eleição",  analisar as perspectivas que a Economia Solidária tem para os próximos anos, socializar o que está sendo debatido na III CONAES também, além de um olhar para  necessidade de fortalecimento dos Setoriais nos estados.

A ideia é que @s companheir@s delegad@s e convidad@s que vieram  para a III Conferência Nacional de Economia Solidária possam trazer as impressões dos estados, sobre o que está sendo construído nos Setoriais, vermos como avançamos e ampliamos a atuação da Economia Solidária nos Diretórios Municipais e Estaduais e prepararmos a atuação do Setorial junto ao governo Dilma(como sendo uma importante ferramenta para organizar os trabalhadores), fazer o debate político-ideológico com a população e reafirmarmos nosso projeto Socialista, de Esquerda e Popular!


 INFORMAÇÕES:


O QUE? Reunião do Setorial Nacional de Economia Solidária do PT
ONDE? Sede do PT Nacional em Brasília - Setor Comercial Sul, Quadra 2, Bloco C, n. 256, Ed. Toufic.
HORÁRIO? 19h

20 de nov. de 2014

ERRATA: E a III Conferência Nacional de Economia Solidária se aproxima

Nos dias 27, 28, 29 e 30 de novembro , em Brasília, acontecerá a III CONAES. 
"Construindo um Plano Nacional para promover o direito de produzir e viver de forma associada e sustentável", é com este "título" que vamos para mais uma Conferência Nacional construir as diretrizes e ações para a Economia Solidária dos próximos anos.

Depois de várias conferências regionais, municipais e estaduais @s delegad@s chegarão à Brasília com a certeza de que a Economia Solidária avançou, ganhou espaços, mas precisamos de mais. Necessitamos que principalmente nosso Marco Legal Nacional seja aprovado no Congresso Nacional!

Pontos como: Comercialização, Formação e Assessoria Técnica e Finanças Solidárias serão objeto de diversos momentos de discussão no encontro, que contará com várias Plenárias, Miniplenárias e Atividades Autogestionárias com vários temas para livre escolha.

Até à Conferência!


LOCAL: Centro de Convenções Ulisses Guimarães -Eixo Monumental
DIAS: de 27 a 30 de novembro de 2014 (com a recepção das delegações no dia 26)
MAIORES INFORMAÇÕES:  http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/iii-conaes/



19 de nov. de 2014

ERRATA: E a III Conferência Nacional de Economia Solidária se aproxima

Nos dias 27, 28, 29 e 30 de novembro , em Brasília, acontecerá a III CONAES. 
"Construindo um Plano Nacional para promover o direito de produzir e viver de forma associada e sustentável", é com este "título" que vamos para mais uma Conferência Nacional construir as diretrizes e ações para a Economia Solidária dos próximos anos.

Depois de várias conferências regionais, municipais e estaduais @s delegad@s chegarão à Brasília com a certeza de que a Economia Solidária avançou, ganhou espaços, mas precisamos de mais. Necessitamos que principalmente nosso Marco Legal Nacional seja aprovado no Congresso Nacional!

Pontos como: Comercialização, Formação e Assessoria Técnica e Finanças Solidárias serão objeto de diversos momentos de discussão no encontro, que contará com várias Plenárias, Miniplenárias e Atividades Autogestionárias com vários temas para livre escolha.

Até à Conferência!


LOCAL: Centro de Convenções Ulisses Guimarães -Eixo Monumental
DIAS: de 27 a 30 de novembro de 2014 (com a recepção das delegações no dia 26)
MAIORES INFORMAÇÕES:  http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/iii-conaes/



22 de out. de 2014

Dilma Avança! Dia 26 é 13 + 13!!!!

Nossa Companheira Dilma está bem pertinho de triunfar mais uma vez. A verdade superará a mentira e o amor vencerá ódio.






O povo brasileiro sabe, principalmente os mais velhos, o que significa viver num governo neo-liberal, do PSDB. Por isso nós dizemos NÃO ao arrocho salarial, dizemos NÃO à ausência de políticas de inclusão social, dizemos NÃO às idas ao FMI, com pires na mão, pedir dinheiro emprestado.

O Brasil não quer mais retroceder,e é por isso também, que muitas pessoas foram às ruas em junho do ano passado cobrar por #MAISMUDANÇAS. E é exatamente isso que Dilma no novo governo proporcionará à população brasileira.

Nosso BRASIL não atravessa este "período turbulento", como vendem muitos do Partido da Imprensa Golpista. Seguem alguns dados:

A indústria se recupera e emprego formal gera 123,7 mil vagas em setembro. Mês teve o 2º melhor desempenho de admissões da série histórica do CAGED, com destaque para a reação do setor industrial que gerou 24.837 (fonte: Ministério do Trabalho e Emprego)

Mais de 13,9 milhões de pessoas terão renda complementada pelo Bolsa Família. (fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome)

Obras de Infraestrutura: o Governo Federal vai zerar o IOF, imposto que incide 1,88% sobre as operações financeiras. (fonte: Ministério da Fazenda)

Rumo á VITÓRIA!
DILMA 26 É 13 + 13!


14 de ago. de 2012

Coordenador do Setorial Nacional de Economia Solidária do PT homenageia sanção da Lei de Ecosol do DF

No dia 08 de agosto de 2012, o Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, sancionou a Lei da Economia Solidária do DF, que institui a Política Distrital de Apoio e Fomento à Economia Popular e Solidária.

Na ocasião, esteve presente o Coordenador do Setorial Nacional de Economia Solidária do PT, Niro Barrios.

"Esta solenidade de hoje marca um avanço para a Economia Solidária aqui no DF.O Governador Agnelo Queiroz e o Subsecretário de Economia Solidária,  Afonso Magalhães , estão de parabéns, comentou."

Coordenador Nacional do Setorial Nacional do PT, Niro Barrios com Governador do DF, Agnelo Queiroz.

6 de jul. de 2012

Caixa seleciona projetos socioambientais pela Chamada Pública - 001/2012

Inscrições até 20/07/2012 pelo site da Caixa: www.caixa.gov.br. Será assegurado apoio de até R$120 mil por projeto.

 
O Programa Caixa Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, por meio do apoio financeiro disponibilizado pelo Fundo Socioambiental CAIXA - FSA/ODM Caixa, publica a Chamada Pública 001/2012, que selecionará projetos socioambientais, cujo objetivo é o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODM
A Chamada Pública 001/2012 priorizará projetos desenvolvidos em empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida, cujo grupo beneficiário apresente renda familiar de até três salários mínimos enquadrados na Lei nº 11.977 de 07.07.2009, atualizada pela Lei nº 12.424, de 16.06.2011, voltados ao Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável.

A proposta é direcionada a jovens, acima de 14 anos, mulheres e homens, com foco na geração de trabalho e renda (empreendedorismo, associativismo e cooperativismo, com formação de redes e cadeias produtivas ou implantação de novos padrões socioprodutivos).

Os projetos deverão ser encaminhados à Caixa, conforme orientações do Regulamento anexo e disponível no site da http://www.caixa.gov.br/ - Download - Fundo Socioambiental - Chamada Pública 001/2012.
 
FONTE: CEF

28 de jun. de 2012

PL 4622/2004 é aprovado na Câmara Federal

Hoje, 27 de Junho, foi aprovado na Câmara Federal o PL 4622/04, que regulamenta as cooperativas de trabalho, produção e serviço. Este projeto de lei estava há 9 anos à espera para ser votado.

O documento segue para a sanção da Companheira Presidenta da República, Dilma Rousseff.

O Secretário Nacional de Economia Solidária do PT, Niro Barrios, esteve durante a votação.

18 de abr. de 2012

Representantes do Coperativismo e Economia Solidária se encontram com Marco Maia

O Presidente da Câmara dos Deputados recebeu, hoje,  entidades de representação do Cooperativismo Brasileiro: Unisol Brasil, Unicafes, OCB e a Unitrablho, representantes do Governo Federal ( Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria Geral da Presidência da República, Ministério do Trabalho/ SENAES, Mapa, Denacoop, para discutir a cerca do Ano Internacional das Cooperativas, relacionando este assunto com o tema do Marco Regulatório e as ações comemorativas.


Segundo Arildo Mota, Presidente da Unisol Brasil,  este ano deve ficar marcado no Brasil como o ano em que nosso país foi capaz de aprovar um conjunto de leis que venham no sentido de promover e fortalecer o sistema cooperativo e da Economia Solidária. Ele destacou a importância do projeto de lei 4622/2004, que trata das cooperativas de Trabalho, Produção e Serviço, do PLS 03/2007 que propõe a  Lei Geral das Cooperativas, os projetos de lei que tratam das matérias tributárias e fiscais, a lei que regulamenta as Cooperativas Sociais, entre outras.

Dentre os Projetos de Lei em discussão, o Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, disse que está  dando prioridade para que o PL 4622/2007  possa ser ser aprovado e sancionado, ainda neste semestre, pela Presidenta Dilma. Neste sentido, o deputado afirmou que está pessoalmente empenhado para sua apreciação pelo plenário, porém ainda esbarra nas medidas provisórias que impedem que o mesmo vá a votação.

Ele comprometeu-se com todos que na primeira oportunidade em que a pauta estiver livre, ele encaminhará para votação estes projetos e outros de interesse das cooperativas e das organizações de representação.


FOTOS: Rodolfo Stuckert

12 de jan. de 2012

1 de nov. de 2011

Calendário dos Encontros Setoriais

Companheiras e Companheiros,

A Comissão Executiva Nacional do PT, reunida dia 06 de outubro, aprovou o novo calendário para a realização dos encontros setoriais. Segue o calendário em anexo.

Como todos sabem, o IV Congresso aprovou que além dos jovens, mulheres e negros/as poderão optar por este setorial e, também, por outro. Dessa forma, o calendário já aprovou as datas diferenciadas para os encontros de Mulheres e de Combate ao Racismo.

As etapas anteriores dos encontros setoriais foram zeradas, ou seja, todos deverão cumprir o novo calendário, inclusive, comunicando novamente a intenção de realizar o encontro setorial no estado no novo prazo previsto (13/01/2012).

Sobre as adesões setoriais, essas continuam valendo, ou seja, as listas de opções setoriais encaminhadas à SORG estão sendo atualizadas. Vale dizer, que quem ainda não enviou a lista em Excel, deverá fazê-la, ou as opções setoriais de seus estados não serão atualizadas.

Dúvidas que eventualmente surjam a respeito do que foi aprovado no IV Congresso sobre a organização dos setoriais serão discutidas e aprovadas na próxima reunião do Diretório Nacional do PT no dia 02 de dezembro.

Atenção! Com a prorrogação do prazo para a adesão setorial, os setoriais que tiveram dificuldades em alcançar o número mínimo de adesão têm agora a oportunidade de fazê-lo, por isso, a busca de novas adesões setoriais deve continuar.

Fiquem atentos aos novos prazos!


Niro Barrios

24 de out. de 2011

Chamada Pública SENAES/MTE nº 004/2011

Foi prorrogado o prazo para envio das propostas para apresentação de projetos conforme definido no Edital de CHAMADA PÚBLICA SENAES/MTE N.º 004/2011 “Fomento a empreendimentos econômicos solidários e redes de cooperação atuantes com resíduos sólidos constituídas por catadores e catadoras de materiais reutilizáveis e recicláveis”. Os projetos poderão ser cadastrados no SICONV (http://www.convenios.gov.br/) até as 23h59 do dia 25, terça-feira.

FONTE: DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E DIVULGAÇÃO
              Secretaria Nacional de Economia Solidária
              Ministério do Trabalho e Emprego - MTE

6 de out. de 2011

Projetos de geração de trabalho e renda devem ser inscritos até 21 de outubro

A Caixa Econômica Federal, por meio do Fundo Socioambiental CAIXA (FSA CAIXA), abriu nesta quarta-feira (28), por meio da Chamada Pública 004/2011, as inscrições para seleção de projetos na linha temática Desenvolvimento Local Sustentável. Os projetos - que receberão investimento de até R$ 120 mil cada um - deverão ser desenvolvidos no prazo de 24 meses. Podem se inscrever entidades civis sem fins lucrativos, de interesse público, com caráter socioambiental. A inscrição é gratuita e deve ser realizada no período de 28/09 a 21/10/2011.

Os projetos devem ter foco na geração de trabalho e renda, cujo objetivo é mobilizar recursos para assegurar e melhorar a renda de jovens, mulheres e homens que vivem em situação de vulnerabilidade socioambiental, bem como criar melhores condições e oportunidades de trabalho para essas pessoas.
Serão priorizados projetos de empreendedorismo, associativismo e combate à violência e exploração sexual de adolescentes, jovens, mulheres e homens. O regulamento está disponível na íntegra em www.caixa.gov.br no menu "Downloads", link "Fundo Socioambiental CAIXA" e "Chamada Pública 004/2011".

Em maio/2011, a CAIXA selecionou, por meio de Chamada Pública, projetos socioambientais para os municípios vinculados às superintendências regionais do banco no Amapá, Rondônia, Leste do Paraná (PR), Oeste de Santa Catarina (SC) e Extremo Sul (RS). Os investimentos focaram "Educação e Geração de Trabalho" e somaram um montante de R$509.237,00 em projetos para beneficiar crianças, jovens e mulheres e povos indígenas em situação de exploração sexual e/ou em vulnerabilidade socioambiental.
FSA CAIXA
O FSA CAIXA tem como objetivo apoiar projetos sociais e ambientais incentivando ações que visem à consolidação de uma sociedade economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente equilibrada. O Fundo tem diretrizes alinhadas aos desafios estratégicos da empresa e destinam-se a ações socioambientais promotoras da cidadania e do desenvolvimento local, observando as seguintes diretrizes gerais:
· atuação em práticas com potencial de indução à formulação ou ao aprimoramento de políticas públicas;
· alinhamento com as Políticas de Responsabilidade Empresarial Social e Ambiental Corporativa da CAIXA;
· promoção de ações estruturantes alinhadas às áreas de atuação da CAIXA
· promoção da cidadania;
· reaplicabilidade;
· sustentabilidade.

PROGRAMA CAIXA OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO
A CAIXA instituiu o Programa CAIXA Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2006. O Programa cria oportunidades nas áreas de educação e geração de trabalho e renda, por meio de projetos socioambientais e, com isso, visa a contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, bem como para o fortalecimento da cidadania e consolidação do desenvolvimento local sustentável no país, alinhado às políticas públicas.

Em 2010, o Programa Caixa ODM, por meio de um Acordo de Cooperação Técnica com o PNUD, apoiou 74 projetos, a fim de viabilizar os objetivos propostos para o Programa.

FONTE : Assessoria de Imprensa da CAIXA
(61) 3206-6051 / 4311
www.caixa.gov.br/imprensa

12 de ago. de 2011

DIA 15 DE AGOSTO - 2ª FEIRA - PRAZO PED SETORIAL

Companheiras e Companheiros,


Dia 15 de agosto (2ª feira) é o último dia para que seja comunicado à Secretaria de Movimentos Populares ou à Secretaria de Organização Estadual o desejo de realizar o encontro setorial no estado, conforme o artigo 6º, § 4º do regulamento que segue em anexo. “§ 2º: Cada Setorial deverá comunicar à respectiva direção estadual, até o dia 15/08/2011, a decisão de realizar o encontro setorial estadual.”

Aos que realizarão seus encontros setoriais, por favor, entrem em contato com a Secretaria de Movimentos Populares ou a Secretaria de Organização do seu estado para formalizar esse pedido até o dia 15/08/2011.
Em anexo, também, a lista de adesão setorial. Lembrando que o prazo para que o filiado faça sua opção setorial se encerra dia 09/09/2011.

Abaixo segue carta do Renato Simões – Secretário de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do partido com maiores informações sobre os Encontros Setoriais.
Quaisquer dúvidas podem entrar em contato nos telefones abaixo ou neste e-mail.


Maristella Matos
Assessora da Secretaria de Movimentos Populares e Políticas Setoriais
61 3213-1313

FONTE: SECRETARIA DE MOVIMENTOS POPULARES E POLÍTICAS SETORIAS - PT

7 de ago. de 2011

Cooperativa realiza feira de trocas voltada para crianças e adolescentes

No próximo domingo (7), em Brasília, a Trilha Mundos - Cooperativa de Turismo, Cultura e Meio Ambiente realizará feira de trocas para crianças e adolescentes. Será a primeira edição da Escambinho, onde a meninada poderá trocar brinquedos, jogos, livros literários e didáticos, artigos musicais e demais objetos.

Para participar, basta levar algum item que não utilize mais. O evento ocorre entre as 15 e 19 horas, no bar cultural Raízes, quadra 408 norte. Garantindo muita animação, haverá DJ tocando músicas infantis, pula-pula, cama elástica, pintura de rosto e pipoqueiro - mas, dentro do espírito da feira, a pipoca não será vendida, e sim trocada.

A organização disponibilizará mesas e cadeiras para as primeiras pessoas a chegar. Quem quiser, pode levar toalhas, esteiras, o que precisar para se acomodar e trocar seus objetos. Cerca de 500 pessoas devem passar pela feira, estima a presidente da Trilha Mundos, Cláudia Sathetto.

Ela conta que a ideia do Escambinho nasceu de uma experiência consolidada, também realizada pela cooperativa: a Feira Escambau, que já teve 15 edições, desde 2006. "Iam muitas crianças e a gente percebeu que ficavam por ali, olhando, mas não tinha nada que interessasse mesmo a elas. Depois, muitos amigos com filhos começaram a dar sugestão de fazer algo direcionado para as crianças", disse.
Com a feira, a Trilhas Mundos pretender estimular a Economia Solidária e a prática da reutilização entre as crianças. "Vamos deixar o legado da sustentabilidade a nossos filhos, sobrinhos, netos, afilhados, amigos", conclama o convite para o evento.

"Queremos incentivar o consumo consciente nas crianças e desestimular o consumo desenfreado. Mostrar às crianças que há outras maneiras de se relacionar, que é necessário reutilizar, que não pode comprar uma boneca, brincar umas vezes e depois deixar pra lá. É bom trocar, ao invés de pedir aos pais para comprar mais brinquedos", reforça Cláudia.

A feira conta também com o apoio do bar cultural Raízes, de Arte Crua, Ciranda Consultoria Social e Daiblog.
Mais informações pelo e-mail: feiraescambau@gmail.com
As matérias sobre Finanças Solidárias são produzidas com o apoio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).


FONTE: ADITAL - CAMILA QUEIROZ